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Portugueses sem confiança, mas mais consumidores no 2.º trimestre

Portugueses sem confiança, mas mais consumidores no 2.º trimestre

15

SET

2020

No 2.º trimestre de 2020, houve uma quebra grau de confiança dos consumidores portugueses em comparação com período homólogo.

Em termos de confiança dos consumidores, embora os níveis portugueses não sejam os mais baixos, a maior descida foi registada no nosso país, quando comparado com Espanha, Itália, Reino Unido, França e Alemanha.

Este menor grau de confiança dos portugueses não quer, no entanto, dizer que os consumidores consumam menos. Segundo os resultados do estudo “The Conference Board Global Consumer Confidence Survey”, os Bens de Grande Consumo apresentam neste segundo trimestre do ano uma forte tendência de crescimento (+8,2%), tal como já vinha a acontecer no primeiro trimestre (+14%). Portugal posiciona-se assim no 14º lugar entre os 21 países analisados no estudo.

                                                                              

Economia e Saúde no top das preocupações dos portugueses


A Economia e a Saúde surgem neste trimestre como as principais preocupações para 47% e 46% dos portugueses, respetivamente. O valor alcançado para o fator Saúde atinge neste período uma marca histórica, evidenciando o efeito e os novos receios associados à pandemia covid-19.

Com alguma relevância destaca-se também, em terceira posição, a questão do emprego. O equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, que ocupava a 2.ª posição no trimestre anterior, não alcança agora o pódio das preocupações dos portugueses.

Com 84% dos portugueses a afirmar que o seu país se encontra em recessão económica (um valor próximo ao registado para a média europeia de 86%), mais de 80% dos inquiridos afirmam esperar tempos difíceis no que diz respeito a esta situação e cerca de 70% não antevêem perspetivas positivas para as suas finanças pessoais.

Em linha com este sentimento, 77% dos consumidores portugueses afirmaram ter alterado no último ano os seus gastos para economizar nas despesas domésticas, sendo as principais medidas de poupança em roupa (54%), entretenimento fora de casa (54%), gás e electricidade (43%), uso do automóvel (40%), pedido de refeições take-away (39%) e férias anuais (37%).

 

Fonte: DISTIBUIÇÃOHOJE

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